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    <title>IPVM:Histórico de Pastorais</title>
    <description>Histórico de pastorais publicadas nos boletins semanais.</description>
    <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/BlogId/1/Default.aspx</link>
    <language>pt-BR</language>
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    <pubDate>dom, 20 mai 2012 05:32:51 GMT</pubDate>
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      <title>Um papo com o pastor</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/47/Um-papo-com-o-pastor.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;— Se amar a Deus e servir a igreja de Cristo são as coisas mais importantes sobre a face da terra, quer dizer que a honra que dou a Deus é do tamanho do valor que devo à Igreja?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Vale dizer, então, que o tanto que quero viver uma vida santa, que agrada a Deus, está vinculado ao tanto que me interessa a igreja?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Então, vale dizer, ainda, que a genuína espiritualidade vertical (com Deus) está diretamente ligada à sua prática horizontal (com o próximo)?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Quando escandalizo, enfraqueço e humilho ao meu irmão, estou fazendo o mesmo com o próprio Cristo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, é certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Pastor você tem certeza disso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, tenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Se isso é verdade – e é – então devo tratar meus irmãos com mais cordialidade, carinho e respeito? Devo me preocupar mais com suas carências e tratar mais os seus interesses?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, deve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Devo dar bom testemunho cristão para que Deus seja honrado, mas para que também o meu irmão não tropece e caia?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, deve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— E, quando encontrá-lo caído, devo deixar tudo para cuidar dele, fortalecê-lo e procurar outros para ajudá-lo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, deve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— E se eu não fizer nada disso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Você é um mundano miserável, embora, talvez, muito religioso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/47/Um-papo-com-o-pastor.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 29 Apr 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O meu melhor para o melhor de Deus</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/46/O-meu-melhor-para-o-melhor-de-Deus.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;Qual é a coisa mais preciosa que Deus tem sobre a terra? Segundo o que vimos no boletim passado, você já poderá responder sem medo: É a sua igreja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se isso é verdade – e é, devo prestar mais atenção nela; devo me dedicar mais a ela; devo devotar mais tempo a ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O quanto tenho me consagrado à Igreja?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, devo procurar saber do que ela gosta, quais são os seus interesses, o que a alimenta e o que a faz mais bonita, forte e feliz. Seus interesses devem ser os meus, suas aversões devem ser as minhas, suas recusas devem fazer parte do meu comportamento. Ela deve ser o que mais toma tempo de mim; na verdade, deve ser tudo para mim, pois ela é nada mais, nada menos, que o corpo vivo de Jesus sobre a terra. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nada que a prejudique a entristeça ou a enfraqueça deve ser praticado por mim. Meu serviço cristão deve estar totalmente ligado ao interesse de vê-la feliz, forte e realizada aqui neste mundo. Quanto mais eu adoro a Deus mais sirvo à sua Igreja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/46/O-meu-melhor-para-o-melhor-de-Deus.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 22 Apr 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>A jóia de Deus</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/45/A-joia-de-Deus.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;De que tamanho você enxerga a igreja? Qual é o valor que você dá ela? Qual a importância que ela tem em sua vida?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A igreja foi chamada aqui na terra para cumprir o propósito do que Jesus chamou de “&lt;i&gt;minha igreja&lt;/i&gt;” (Mt 16.18). Ela é a coisa mais preciosa que Jesus tem aqui na terra, tanto que ele morreu por ela e a defende até hoje e a protege com a sua autoridade senhorial. Todas as vezes que alguém toca nela, toca na menina de seus olhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem diz valorizar as coisas de Deus deve valorizar em primeiro lugar aquilo que Deus mais valoriza: a sua igreja. Como dizia Cipriano (250-304 d.C.): “&lt;i&gt;...quem não tem a igreja como mãe, também não tem Deus como pai&lt;/i&gt;”. Ela é a sociedade mais importante sobre a face da terra. Deus tem profundo interesse por ela; aliás, fez o seu maior investimento sobre ela: deu o seu único, santo, e maravilhoso Filho por ela. Por isso, nosso desprendido Salvador usa o possessivo: “&lt;i&gt;...a minha igreja&lt;/i&gt;”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em última análise, se alguém diz amar a Deus, deve também amar aquilo que ele ama; se alguém diz servir a Deus deve também servir aquilo que ele serve; se alguém diz ter Deus em grande conta, o tem como primazia em sua vida, do mesmo modo, deve priorizar aquilo a que ele concede honra, dignidade e com quem compartilha sua própria natureza: O Corpo de seu Filho – sua amada noiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Concluindo: O que é a igreja, o tesouro de Cristo, para minha vida? O quanto de mim mesmo tenho dado por ela? O quanto demonstro que amo a Deus, a partir do quanto sirvo a sua Igreja?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/45/A-joia-de-Deus.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 15 Apr 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>O binômio</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/44/O-binomio.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;Dois motivos moveram Jesus em sua cultura: a fama do nome de seu Pai e a dedicação sacrificial pelos seus discípulos, então, sua igreja. Pai e igreja eram o binômio que levou Cristo a viver, trabalhar, pregar, morrer e ressuscitar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sua maior preocupação era que seus discípulos conhecessem a seu pai “no mundo” e que se tornassem receptores do seu “gen” e, portanto, pudessem replicar essa imagem no mundo. Era tudo o que ele queria em sua vida; por isso trabalhou incansavelmente até se consumir. Seu Pai e sua Igreja eram a razão de sua vida, seu serviço e sua completa dedicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se esse era o “seu segredo”, o que devemos fazer para imitá- lo? Viver para espalhar a fama de Deus e servir abnegadamente a igreja de seu filho. Esse é o sentido último de toda a existência cristã com significados e propósitos elevados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso nos coloca diante da pergunta feita a Jesus: “Qual é o maior dos mandamentos?” E a resposta foi: “Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo” (Mt 19.19).&lt;/p&gt;
Tornamo-nos mundanos quando não honramos a Deus como ele merece ser honrado e nem amamos nossos irmãos (discípulos de Cristo) como Deus exige de nós. A mundanidade pecaminosa está no fato de colocarmos abaixo da linha dos nossos interesses pessoais a glória de Deus e o serviço abnegado à igreja. Eis aí o nosso estilo mais adâmico de viver aqui neste mundo: o que Deus pensa sobre ele mesmo e o que a convivência comunitária exige de nós não é tão importante a ponto de colocarmos isso como prioridade em nossas vidas.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/44/O-binomio.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 08 Apr 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Religiosidade pagã ou “santa mundanidade”</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/43/Religiosidade-paga-ou-santa-mundanidade.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;O nosso relacionamento em santidade cristã deve tanger três áreas: Com Deus (vertical), com os crentes e com os não crentes (horizontal). A grande questão é: como nos tornamos identificáveis como filhos de Deus em nossos relacionamentos? É para isso, afinal, por que vivemos aqui nesse mundo, não é mesmo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A grande pergunta que devemos fazer é: Como nos comunicarmos com os não crentes, vivermos no seu mundo, convivermos com a sua cultura a tal ponto que sejamos plenamente entendidos pelo nosso diferente estilo de vida sem, contudo, nos tornarmos tão iguais a eles de modo que nem percebam que somos diferentes? Ou, ainda, como vivermos de forma tão comunicativa e atraente e não sermos vistos como um E-T, um tipo estranho que os afugente?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou seja: ser igual demais não atrai, pois não causa diferença; e, ainda, ser diferente demais causa estranheza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como, então, viver aquele estilo de Jesus sobrenaturalmente natural? Estar na cultura, mas, ao mesmo tempo, ser supracultural?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta esta no exame profundo dos evangelhos, e com espírito de oração e piedade, buscar do Espírito o como viver a sabedoria de como Jesus viveu em um mundo sem esperança. O cristão é: cultural, contracultural e supracultural. Mas como manifestar essas nuances sem nos mundanizarmos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dois exemplos clássicos a essa altura aparecem: o dos fariseus e o de Jesus. Aqueles viviam uma religiosidade mundana e este a “santa mundanidade”. Para ser como Jesus, é necessário flexibilidade, adaptabilidade, contextualidade, e, sobretudo, um desejo invulnerável de que a fama de Deus seja conhecida e espalhada entre todos os homens.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/43/Religiosidade-paga-ou-santa-mundanidade.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 01 Apr 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Santa horizontalidade</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/42/A-Santa-horizontalidade.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;Dissemos nas pastorais do boletim passado que a essência do nosso mundanismo não tem a sua origem em nossas práticas; essas são apenas consequências. Tudo começa na visão errônea e apequenada que temos de Deus em nosso viver diário. Isso nos afasta do sentido mais profundo do comportamento justo, santo e piedoso para o qual Deus nos vocacionou em Jesus Cristo. Vivemos e nos portamos através da prática de vida abaixo e aquém da concepção nobre e santa que a vida exemplar de Cristo nos propõe. Isso porque Deus não é honrado e valorizado como ele na verdade merece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se perdermos a primazia de Deus e não verticalizarmos nossos alvos, por um lado e por outro, tornamo-nos mundanos quando horizontalizamos a vida em direção a nós mesmos e não a horizontalizamos em direção à Igreja. A Igreja aqui não é sinônimo de instituição, mas de relação sacrificial e abnegada na congregação dos “santos de Deus”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade, não valorizamos nosso irmão porque já não havíamos valorizado a Deus. Se não amo ao irmão a quem vejo, como vou valorizar a Deus a quem não vejo? (1Jo 3.16; 4.20b).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando qualquer um ofende a seu irmão, escandalizandoo por alguma razão, é como se estivesse dizendo: “eu nada valorizo o que Deus valoriza; eu não me importo com você, com quem Deus se importa”. Talvez você não fale isso com palavras, mas suas atitudes o dizem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/42/A-Santa-horizontalidade.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 25 Mar 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Deus Ex-Machine</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/41/Deus-Ex-Machine.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;Alguém um dia orou: “... mesmo que não houvesse céu, mesmo que não houvesse inferno, do mesmo modo eu te amaria, oh! meu Salvador...”.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;O que essa “santa” falou no passado é que Jesus era amado por aquilo que ele era e não porque havia prometido ou dado isso ou aquilo.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;O que é mais mundano em nosso “comportamento espiritual” é quando verticalizamos (“espiritualizamos”) nossa relação para satisfazer aquela cultura egoísta que domina e conduz o homem moderno. Esta é a mais triste realidade de nossas vidas: usamos Deus para fins egoístas. Em termos práticos: imagine alguém “te usando” apenas como um instrumento pelo qual alcançará seus objetivos pessoais. &lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Como você se sentiria?&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Quando o crente coloca o sucesso de seus relacionamentos, o crescimento profissional, o desejo de riquezas como razão de sua aproximação de Deus, isso é o pior tipo de mundanismo, o mais baixo paganismo. Ele não está valorizando a pessoa de Jesus Cristo que abnegadamente se entregou por ele. Ele continua a viver dentro de um âmbito religioso a velha vida de Adão.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Todas as vezes que essa natureza caída coloca Deus à parte, o final é o vazio e a angústia. Daí por que, muitas vezes, encontramos gente da igreja neste estado deplorável de espiritualidade. Colocaram em outro plano o mais nobre chamado de Jesus: “... sede vós perfeitos, como perfeito é vosso pai celeste” (Mt 5.48).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/41/Deus-Ex-Machine.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 18 Mar 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O pior tipo de mundanismo</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/40/O-pior-tipo-de-mundanismo.aspx</link>
      <description>&lt;p style="text-align: right;"&gt;“Não ameis o mundo e nem as coisas que há no mundo”&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;1Jo 5.15a&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando lemos este versículo vem, geralmente, em nossa cabeça um monte de coisas, causas, ações e reações de alguns conhecidos nossos ou, então, que vemos tão escancaradamente nas mídias. Isso não deixa de ser verdade, mas o tipo de mundanismo que acontece com nós outros, os crentes, é de natureza mais subjetiva e, no final, com consequências mais danosas.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Entre nós, os eleitos de Deus, há um hábito que nos mundaniza quando as nossas escolhas, alvos, atitudes, percepções, ações e reações não encontram primariamente o sentido vertical. Olhamos para a direita, para a esquerda, para frente e para trás e, depois, se possível, olhamos para o alto. O nosso objetivo maior é a nossa satisfação e realização horizontalizadas. O que nos interessa em primeiro plano, quando somos mundanos, não é nada diferente do que interessa a qualquer pessoa que não conhece a Cristo; ou seja, não valorizamos a verticalidade do nosso propósito aqui na terra.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Esse tipo de mundanismo dos crentes, não nega a Deus e nem a importância que possui uma verdade religiosa. Mas inegavelmente põe de lado, e não acima, os interesses de Deus. Cultivam uma cultura pagã com um coração religioso.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Não existe nada mais perto do esfriamento espiritual do que deixar Deus à margem e não no centro de nossas vidas.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Visão pequena sobre o direito de Jesus ser o Senhor equivale à frustração, angústia e o vazio “no final da linha”.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Todos os nossos fracassos começam assim e terminam assim: Deus é tudo pra mim, menos o centro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/40/O-pior-tipo-de-mundanismo.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 11 Mar 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Fundamento do comportamento cristão</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/39/Fundamento-do-comportamento-cristao.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;É  bom, quando tratamos de comportamento cristão, perguntarmos: quem determina o que é certo ou o que é errado no comportamento cristão dentro da sociedade em que vivo? A resposta deve observar estas prioridades: o que Deus me diz em sua santa Palavra e como o homem me vê em seu mundo pecador. Estou afirmando que a Bíblia é o padrão para saber se o que eu digo ou faço condiz ou não com aquilo que eu devo praticar para com o próximo, a quem devo “exibir” as obras do Espírito em mim e o quanto isso foi valorizado no meu comportamento, no difícil e complexo caminho da vida de Jesus em mim, dentro do mundo. Paulo, o apóstolo, à luz de 1Co 1 nos recomenda visualizar algumas regras básicas, ou seja:&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;• Me convém?  23 a&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;• Edificam? 23 b&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;• Estou preocupado com o “outro”? 24-29&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;• Posso agradecer a Deus pelo que estou fazendo? 30&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;• Posso falar sinceramente: “glória a Deus!”, pelo que estou fazendo? 31 b&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Notem que esses princípios não apontam para nenhuma situação específica. Isso é bom porque posso aplicá-los a tudo que vou fazer ou que estou praticando.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;As respostas variam não em essência, mas em dadas situações, para cada cultura, levando em conta o ambiente onde vivemos. Às vezes o que é nocivo aqui no Brasil, por exemplo, é comum e natural em outro país. É óbvio que, numa cultura pagã, dentro da qual a cultura cristã está inserida, os princípios bíblicos devem estar sempre acima do comportamento cultural.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Então, construa sua vida cristã e seu comportamento ético sobre os pontos assinalados por Paulo aqui no capítulo 10 da primeira carta aos coríntios.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Que Deus nos ajude!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/39/Fundamento-do-comportamento-cristao.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 04 Mar 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Só Deus me importa?</title>
      <link>http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/38/So-Deus-me-importa.aspx</link>
      <description>&lt;p&gt;Geralmente, quando queremos nos defender, estamos em situação de “desvantagem”, ou não querendo encarar honesta e cristãmente nosso comportamento em uma situação específica, argumentamos: “Deus sabe de tudo... importa é ter uma consciência tranquila diante de Deus”. É verdade: o mais importante é vivermos coram ius diante de Deus.&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Mas o mesmo cuidado e honra com que temos de viver diante de Deus, por ser ele Deus, devemos também ter diante dos homens, por serem humanos tanto quanto nós e dignos de alguma “satisfação”. Como Paulo mesmo argumentou: “... pois o que nos preocupa é procedermos honestamente, não só perante o Senhor, como também diante dos homens” (2Co 8.21).&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Nós não vivemos aqui na terra para brilharmos diante de Deus e, sim, diante dos homens: “Assim brilha a vossa luz diante dos homens...” (Mt 5.16). &lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Então, o que os homens pensam sobre nós é de fundamental importância, pois refletimos o caráter e a natureza do Reino de Deus. De alguma forma, o único jeito do perdido “achar” o Reino é quando a nossa luz brilha; “... portanto, caso a luz que há em ti sejam trevas, quão grandes trevas serão!” (Mt 6.23b). Ou seja: se o que nasceu para brilhar não brilha, o que será do mundo nas trevas?&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;Devemos, como cidadãos do mundo, nos incluir na cultura, sem, contudo, deixar de observar o que dentro dela reflete ou não o caráter cristão. Devemos andar como sábios, “remindo o tempo porque os dias são maus” (Ef 5.17; 1Tm 3.1). Talvez a pergunta que devemos sempre buscar responder é: como, no contexto em que vivo, Jesus pode ser visto em mim? Porque este é o sentido último por que vivo neste mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;Rev. Cícero Brasil Ferraz&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/br&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.ipvm.com.br/main/Home/Pastorais/tabid/92/EntryId/38/So-Deus-me-importa.aspx&gt;More ...&lt;/a&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 26 Feb 2012 03:00:00 GMT</pubDate>
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